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NOTAS PARA OS SELOS - ANO 4 - EDIÇÃO 2


Artigo escrito por Luiz Gonzaga Amaral Júnior - Filatelista do Clube Filatélico Candidés - Divinópolis/MG.

Uma colaboração espontânea que nós da RHM agradecemos imensamente.

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UM BREVE OLHAR SOBRE O TRISSETO DE ANGUSTURA JUNHO DE 1887


Jacques R. Benchimol é hoje reconhecido como um dos maiores especialistas e pesquisadores da filatelia relacionada às emissões da American Bank Note Company, entre outras importantes áreas do estudo filatélico.

Ao longo de sua trajetória, já conquistou dezenas de prêmios relevantes no Brasil e no exterior, consolidando-se como um dos grandes nomes de uma nova geração de expositores campeões — e um representante de destaque da filatelia brasileira no cenário internacional.

Agradecemos imensamente o envio deste artigo, que reforça uma ideia essencial: a filatelia vai muito além da simples aquisição de peças valiosas. Cada peça filatélica carrega consigo histórias, contextos e, muitas vezes, abre caminho para novas e significativas descobertas.

Jacques Benchimol demonstra isso com clareza, profundidade e paixão.
É, sem dúvida, a verdadeira MAGIA DA FILATELIA.

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CORRESPONDÊNCIA PARA O HOTEL LONDRES (1931)


CORRESPONDÊNCIA PARA O HOTEL LONDRES (1931)

Um envelope enviado em 1931, de São Paulo ao Rio de Janeiro, serve como ponto de partida para resgatar a história do antigo Hotel Londres, situado na Avenida Atlântica, em Copacabana. A partir dessa peça postal, gentilmente cedida por Peter Meyer, o artigo revisita um dos hotéis pioneiros da orla e a formação de Copacabana como destino turístico.

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O FERIADO QUE MUDOU DE DATA - A CHEGADA DE CABRAL


Agnaldo de Souza Gabriel é um renomado filatelista da Academia Brasileira de Filatelia, dedicado à pesquisa da filatelia e da história postal. Colecionador e perito na análise de Máximos Postais, tornou-se uma importante referência nesses segmentos.

Nós, da equipe RHM, expressamos nosso sincero agradecimento pelos valiosos artigos por ele disponibilizados em nosso site.

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O NOVO CATÁLOGO ENCICLOPÉDICO - 2026


UMA DESCOBERTA RECENTE - ICATU


O CARIMBO ICATU

Artigo do amigo e filatelista Dr. Márcio Hamilton Protzner, de Belo Horizonte, demonstra como, a partir de um único selo carimbado, é possível construir um estudo sólido, revelando apurado conhecimento e sensibilidade filatélica.
Ao longo dessa investigação, contou com a valiosa colaboração de três destacados filatelistas: Fabio Monteiro, Walter Sonnenberg e Cláudio Coelho.

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IO E GRADING


Os Selos nos Levam ao Longe – Uma Viagem pelo Mundo contando a História da Filatelia - Gana


Artigo escrito por Luiz Gonzaga Amaral Júnior - Filatelista do Clube Filatélico Candidés - Divinópolis/MG.

Uma colaboração espontânea que nós da RHM agradecemos imensamente.

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O HOMEM QUE CRIOU O SELO POSTAL BRASILEIRO


Para muitos, o Marquês de Sapucaí não passa de um nome associado ao Sambódromo do Rio de Janeiro.

Para os colecionadores, porém, essa visão é superficial.

Ele foi o protagonista de uma das decisões mais transformadoras da história do Brasil: a criação do selo postal em 1843 — um marco que redefiniu a comunicação no país e deu origem a algumas das peças mais icônicas da filatelia mundial.

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QUANDO O ESTADO QUEIMOU A MEMÓRIA


QUANDO O ESTADO QUEIMOU A MEMÓRIA

DOS OPRIMIDOS

O silêncio imposto: a queima dos arquivos da escravidão no Brasil

Há momentos na história em que não apenas vidas são apagadas —
mas também as suas provas de existência.

A destruição dos arquivos da escravidão no Brasil, determinada em 1890 por Ruy Barbosa, constitui um desses episódios. Não se tratou de um acidente, nem de perda fortuita. Foi uma decisão deliberada, administrativa e politicamente orientada, tomada no contexto imediato pós-Lei Áurea.

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A CARTA-BILHETE “ROWLAND-HILL” E A MEMÓRIA DE UM HOTEL DESAPARECIDO


A CARTA-BILHETE “ROWLAND-HILL” E A MEMÓRIA DE UM HOTEL DESAPARECIDO

A história postal oferece, por vezes, conexões inesperadas entre universos distantes: o turismo elegante da Belle Époque brasileira e as inovações dos serviços postais nas primeiras décadas do século XX. Entre essas conexões destaca-se uma peça de grande raridade filatélica: a Carta Bilhete “Rowland-Hill”, classificada no catálogo RHM com o código CBH-01.

Produzidas após 1925, quando a firma Brandão, Goulart & Cia. recebeu autorização oficial para explorar anúncios em inteiros postais, essas emissões refletem um momento em que publicidade, filatelia e modernidade passaram a caminhar lado a lado. A carta bilhete aqui analisada, gentilmente cedida por Peter Meyer, apresenta anúncios de diversas empresas, entre eles o do extinto Hotel Monroe, no Rio de Janeiro/RJ, estabelecimento que marcou época na história do turismo e da hotelaria brasileira.

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UMA PEÇA DE 1888 E SEUS DESDOBRAMENTOS


UMA PEÇA DE 1888 E SEUS DESDOBRAMENTOS

 

A filatelia constitui importante fonte para a pesquisa histórica, permitindo reconstituir trajetórias pessoais, instituições e aspectos do cotidiano. A peça aqui apresentada — um envelope circulado em maio de 1888 e endereçado ao Hotel da Vista Alegre, no bairro de Santa Teresa, Rio de Janeiro — serve como ponto de partida para uma investigação que conecta três elementos distintos, porém complementares: o objeto postal em si, a história do hotel que figura como endereço do destinatário e a biografia de Salvador de Mendonça, figura de destaque da diplomacia e da vida intelectual brasileira no século XIX.

Ainda que não haja comprovação de que o destinatário tenha se hospedado no referido hotel, a correspondência revela um vínculo circunstancial entre o personagem histórico e um dos mais conhecidos estabelecimentos hoteleiros da época, permitindo contextualizar tanto o ambiente urbano quanto a circulação de indivíduos ilustres no período final do Império.

Agradecimento especial a Peter Meyer, que gentilmente enviou a espetacular peça filatélica que possibilitou a elaboração do presente artigo.

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AVALIAÇÃO DE SELOS E CARTAS DO BRASIL – PARTE II


AVALIAR SELOS E CARTAS - 02

Nesta série de artigos procuro explicar alguns dos princípios que ajudam a compreender como nasce o valor de uma peça histórica e de que forma é possível aproximar-se de uma avaliação mais realista.

Não é raro alguém encontrar uma caixa ou um álbum com centenas ou milhares de selos de diversos países e pedir imediatamente uma estimativa de valor. Porém, tentar avaliar um conjunto assim, sem identificação e sem classificação prévia, seria quase o mesmo que tentar adivinhar quantos grãos existem dentro de um pote.

Antes de falar em valor, é preciso identificar, organizar e compreender o material. Sem esse trabalho inicial, qualquer avaliação não passa de um simples exercício de adivinhação.

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AVALIAÇÃO DE SELOS DO BRASIL – PARTE I


AVALIAR SELOS - 01

Determinar o valor de um selo — ou de uma coleção inteira — está longe de ser uma tarefa simples. Avaliar filatelia exige conhecimento, método, referências e, sobretudo, experiência acumulada.

Nesta série de artigos procuro explicar alguns dos princípios que ajudam a compreender como nasce o valor de uma peça filatélica e de que forma é possível aproximar-se de uma avaliação mais realista.

Não é raro alguém encontrar uma caixa ou um álbum com centenas ou milhares de selos de diversos países e pedir imediatamente uma estimativa de valor. Porém, tentar avaliar um conjunto assim, sem identificação e sem classificação prévia, seria quase o mesmo que tentar adivinhar quantos grãos existem dentro de um pote.

Antes de falar em valor, é preciso identificar, organizar e compreender o material. Sem esse trabalho inicial, qualquer avaliação não passa de um simples exercício de adivinhação.

 

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O Correio nos Territórios Indígenas dos Estados Unidos


Os Povos que Suportaram o Peso da História

Ao longo da história das Américas, povos indígenas e africanos escravizados figuram entre os grupos mais profundamente marcados pelos processos de conquista, colonização e expansão econômica. Os primeiros, habitantes originários do continente, viram vastas extensões de seus territórios transformadas ou perdidas. Os segundos foram trazidos à força da África pelo tráfico atlântico e submetidos a regimes de trabalho compulsório. Apesar dessas adversidades, ambos desempenharam papel essencial na formação cultural, social e histórica das sociedades americanas.

Equipe RHM

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Entre a Lei e a Prática: quando a Lei Eusébio de Queirós aparece na correspondência oficial (1850–1851)


 

O artigo “Entre a Lei e a Prática: quando a Lei Eusébio de Queirós aparece na correspondência oficial (1850–1851)” analisa um conjunto de ofícios do Ministério dos Negócios da Justiça enviados à Presidência da Província de Sergipe logo após a promulgação da Lei Eusébio de Queirós (1850). A partir desses documentos, o texto mostra como a legislação que proibiu o tráfico transatlântico de africanos passou a ser efetivamente aplicada na administração imperial, revelando investigações sobre desembarques clandestinos, medidas repressivas, processos criminais e o controle estatal sobre africanos livres. O estudo evidencia como a correspondência oficial funciona como fonte histórica e postal, permitindo observar a passagem da lei para a prática administrativa do Império brasileiro.

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NAVIO NO PORTO: UMA CARTA COM SELO DO IMPÉRIO E DA REPÚBLICA!!!


Imagine alguém desejando enviar uma carta para um navio ancorado no porto de uma cidade. Qual seria o porte a pagar?
Estando o destinatário na mesma localidade, poder-se-ia considerar tratar-se de correio urbano.

Essa situação deu origem a uma das peças mais curiosas e interessantes da história postal brasileira.

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Os Selos nos Levam ao Longe – Uma Viagem pelo Mundo contando a História da Filatelia - Libéria


Artigo escrito por Luiz Gonzaga Amaral Júnior - Filatelista do Clube Filatélico Candidés - Divinópolis/MG.

Uma colaboração espontânea que nós da RHM agradecemos imensamente.

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O CARIMBO LATE FEE SOBRE PEÇAS BRASILEIRAS


 

O CARIMBO LATE FEE “L1” EM CARTA DA GRÃ-BRETANHA PARA O BRASIL

Estudo de Julio Mantovani

O filatelista Julio Mantovani apresenta estudo dedicado ao carimbo “Late Fee L1”, aplicado em correspondência expedida da Grã-Bretanha para o Brasil.

A pesquisa esclarece aspectos técnicos relevantes acerca das marcas postais de sobretaxa por postagem tardia, raramente observadas em peças vinculadas à história postal brasileira. O estudo contribui para a correta interpretação tarifária e para a compreensão operacional do sistema postal britânico no contexto do correio internacional.

A RHM Filatelistas agradece ao autor pelo envio do trabalho, que enriquece continuamente o acervo técnico do site, consolidando-o como fonte qualificada de pesquisa em história postal.

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Um Achado que reescreve os Primeiros Dias do Selo Brasileiro


É difícil acreditar que, em pleno ano de 2026, ainda possamos encontrar a imagem de um documento decisivo para compreender como foi implementado no Brasil o pagamento antecipado de uma comunicação escrita.

Trata-se de um registro que lança nova luz sobre um dos temas mais relevantes da história postal brasileira — e que pode alterar interpretações consolidadas.

Leia o artigo completo e surpreenda-se com este novo e extraordinário achado.

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Formas de Pagamento